Arena Condá e Atanásio Girardot lotados para uma festa que não existiu

A noite desta quarta-feira (30), dia em que aconteceria o primeiro jogo da final da Sulamericana, foi de homenagens as vítimas que perderam a vida no acidente aéreo na queda do avião que transporta o time da Chapecoense e a Imprensa Brasileira. A Arena Condá, em Chapecó (SC) e o Estádio Anatásio Girardot, em Medellín (COL), foram palcos de grandes emoções. Tomado de torcedores, o que se viu foi uma comoção sem precedentes na história do futebol mundial. Vestidos de brancos, catarinenses e colombianos entoaram gritos de saudação aos 71 mortos.
Em Santa Catarina uma missa campal foi realizada com a participação dos familiares de jogadores e dirigentes. A torcida aclamou os nomes de todos da delegação da Chape - incluindo os profissionais de impresa - quando cada um foi aparecendo no telão.
Como se estivessem disputando mais uma final, habitado que são, a torcida do Atlético Nacional lotou o Estádio Anatásio Girardot. Compartilhando da dor dos brasileiros, os colombianos se emocionaram e cantaram em favor da Chapecoense: “Vamos, vamos Chape” e “Ole, ole, ole, olhe, Chape, Chape”. Ao todos 71 balões brancos foram soltou ao vento representado cada um dos mortos.
Particiando do evento, o Ministro das Relacoes Exteriores, José Serra, não conteve as lagrimas ao agradecer ao povo colombiano pelo tratamento que o Brasil tem recebido. O Prefeito de Chapecó, Luciano Buligon, também esteve presente no Atanásio Girardot. O Prefeito se diz supreso com tamanha homenagem que recebeu: “Estou supreso, a Chapecoense nunca teve tanta gente gritando o nome do clube. Eu não estava preparado para isso, vim aqui pegar os corpos”. finalizou.
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Guilherme Barchik
Curitibano. Jornalista formado pelo Centro Universitário Uninter. Coordenador de jornalismo do Redação em Campo. Editor de vídeo, produtor de TV e english student. Apaixonado por esportes olímpicos.


