Com gol no começo do jogo, Figueirense garante vitória contra Atlético-PR

No começo do feriado de Independência, o Figueirense recebeu o Atlético-PR, no estádio Orlando Scarpelli e quem se deu melhor foi o Furacão alvinegro. O Figueira abriu o placar logo aos 4 minutos de jogo com Lins. Depois disso o que se viu foi um jogo extremamente fraco e burocrático, com pouca criatividade e muita bola alçada e chutão. A vitória deixa o time catarinense momentaneamente fora da zona de rebaixamento, com 27 pontos, enquanto o Atlético fica na 9 colocação, com 33. Na próxima rodada o Figueirense visita o São Paulo, no domingo (11), às 11h, e o Rubro-Negro recebe o Internacional no mesmo dia, às 16h.
Gol no começo deu vitória parcial ao Figueira
Com um começo de jogo ruim do Atlético, não demorou para o Figueirense abrir o placar, quatro minutos para ser mais exato. O goleiro Santos saiu jogando mal em uma cobrança de tiro de meta, a bola sobrou para Lins, que chutou de fora da área e mandou no canto do arqueiro rubro-negro.
O Rubro-Negro tentou reagir, com algumas descidas pelo lado direito, que não deram resultado. Aos 20, o Atlético teve uma grande chance de empatar em uma cabeçada de Marcão, que Gatito Fernández defendeu à queima-roupa. Após isso, o jogo arrefeceu e o Atlético passou a tocar a bola, mas sem encontrar o caminho para chegar à área adversária.
Apesar de não ser incisivo, o Rubro-Negro melhorou na partida e passou a ter mais posse de bola. O Figueira só voltou a atacar já no final do jogo, com Rafael Moura, que tentou chute após cobrança de falta de Ayrton pela esquerda, quando a bola ficou viva na área. No escanteio depois de jogada o He-Man ainda mandou para o gol, mas estava impedido. Foi a última jogada do 1º tempo.
Jogo burocrático
Na volta do intervalo, o Figueirense voltou mais ligado que o Atlético. Aos 8 minutos Dodô pedalou bonito pela esquerda e tirou da marcação, na hora do passe para dentro da área a zaga tirou o perigo. Lins também teve uma chance aos 9, mas furou na hora da conclusão.
Mas, o jogo voltou a ficar truncado, com pouca criatividade e os times passaram a abusar das bolas alçadas na área, que nem sempre saíam certas, e dos chutões. O Atlético tinha muitas dificuldades para passar do meio de campo, enquanto o Figueira se garantia na base do abafa.
O jogo seguiu monótono até o final, com poucas chances criadas e pouca objetividade. No finalzinho, aos 45, o Figueira ainda teve a chance de ampliar o placar, Maurides chegou pela esquerda sem marcação e finalizou de bico direto pra fora. Um minuto depois, Maurides perdeu outra chance, no contra-ataque, ele chegou na área pela esquerda, demorou para finalizar e Marcão fez o corte. Foi o suficiente para o Figueira sair com a vitória magra.
FICHA TÉCNICA
FIGUEIRENSE 1 X 0 ATLÉTICO-PR
Figueirense: Gatito Fernández; Ayrton, Nirley, Werley e Marquinhos Pedroso; Jackson Caucaia (Renato), Jefferson, Ferrugem e Dodô; Lins (Gustavo Ermel) e Rafael Moura (Maurides).
Técnico: Tuca Guimarães.
Atlético-PR: Santos; Rafael Galhardo, Marcão, Paulo André e Nicolas; Otávio, Hernani, Pablo (Juninho) e Lucas Fernandes (Luciano Cabral); Luan (Marcos Guilherme) e André Lima.
Técnico: Paulo Autuori.
Local: Estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis (SC)
Data/Horário: 07/09/2016, às 16h
Árbitro: Pablo dos Santos Alves (PB)
Assistentes: Luis Felipe Gonçalves Correa (PB) e Tomaz Diniz de Araújo (PB)
Público e Renda: 6.126 total/R$ 84.940,00
Cartões Amarelos: Ferrugem (Figueirense). Paulo André e Luan (Atlético-PR)
Gol: Lins, aos 4′ do 1º tempo para o Figueirense.
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Tiago Piontekievicz
Jornalista. Além do futebol, tem como paixão viajar, por isso sempre que pode tenta unir as duas coisas. Em 2013, trabalhou na Copa das Confederações, no Maracanã. Adora o futebol inglês, o sul-americano em geral e os jogos da MLS, além, claro, do paranaense e do catarinense. Por ser perna de pau, optou por praticar esportes que exigem mais coragem do que habilidade, por isso é praticante de trekking e hiking e também já se arriscou no parapente. Seu maior sonho é cobrir uma Copa do Mundo, mas se esse sonho não se realizar, se contenta em assistir, in loco, uma final de campeonato acreano.


