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Primeiro ano da gestão Coxa Maior é marcado por adaptações e polêmicas

Publicado em 17/12/2015 às 21:40 Por Geane Godois
Bacellar encarou vários desafios no primeiro ano de gestão. Foto: Site Oficial do Coritiba

O ano do Coritiba foi complicado e cercado de adaptações não apenas em campo, mas também fora dele, já que a administração dava seus primeiros passos. Porém, quando a chapa “Coxa Maior” venceu as eleições com 62% dos votos, no dia 13 de dezembro de 2014 para o triênio 2015-2017, o presidente recém-eleito Rogério Portugal Bacellar não podia imaginar o quão intensos seriam os primeiros 12 meses de sua gestão. Erros e acertos, polêmicas e ajustes que contribuíram para esboçar um cenário de reestruturação e aprendizado para os “novos” administradores.

Os planos e as execuções

A diretoria incluiu em seu planejamento 73 medidas para a administração do clube, incluindo setores como as categorias de base, marketing e comunicação, financeiro e o patrimônio. Algumas, no entanto, exigiam imediatismo e chamou mais a atenção dos torcedores no período de campanha.

Logo no discurso como “campeão”, Bacellar prometeu “melhorar o time de futebol, contratar os atletas com muito cuidado para não cometer os enganos que foram cometidos”. Seguindo esta linha, o Coritiba desmanchou inicialmente cerca de 70% do elenco do ano anterior, deixando apenas oito jogadores e subindo 11 atletas da base, outra projeção de campanha. Ao longo do ano, 25 atletas chegaram e alguns foram de suma importância para a equipe, como o goleiro Wilson e o atacante artilheiro Henrique Almeida, no entanto, outros acabaram deixando o clube em seguida, frustrando as expectativas, como foram os casos, por exemplo, do meia Pedro Ken, do atacante Mazinho e Marcos Aurélio (que permaneceu no elenco, mas foi pouquíssimo aproveitado).

A transparência também foi uma promessa bastante presente na disputa pelo Conselho Administrativo e a criação de um portal foi a medida adotada para que o orçamento e as ações adotadas pela gestão fossem de conhecimento de todos. Porém, a sua efetivação demorou mais que o esperado e ocorreu a partir de agosto. Outra proposta aguardada e cobrada foi a relacionada aos planos de sócios e preços de ingressos, “a fim de ampliar e fidelizar a torcida”, segundo consta a descrição da diretoria. A medida implantada a partir do Campeonato Brasileiro diz respeito à uma tabela com categorias de A, B e C, dependendo da representatividade do adversário e da importância da partida, mantendo o menor preço para os sócios em todas elas.

Algumas promoções também foram adotadas e contribuíram para aumentar o público nos jogos, entretanto, gerou opiniões divergentes na última rodada, em que o Coritiba ainda precisava se garantir na primeira divisão e, ao contrário do que se esperava, a diretoria optou por aumentar os valores dos ingressos, com o objetivo de “valorizar os sócios”, como o clube afirmou nos meios oficiais e os pagantes diante do Vasco ficaram em pouco mais de 10 mil.

Algumas metas que estavam datadas para serem concluídas em 2015 ainda estão em andamento ou nem começaram, como a implantação efetiva de um plano de cargos e salários, com prazo para cumprimento até junho e que acabou por ser adiada para o próximo ano, bem como a criação de uma rede de colaboração de torcedores influentes. De acordo com o portal da transparência do Coxa, até julho 85,7% das metas estavam concluídas ou iniciadas. No primeiro ano, porém, a visão de estar pelo menos “entre as dez maiores equipes do futebol do Brasileiro” não se concretizou, já que o alviverde terminou em 15º, devido às dificuldades encontradas durante o campeonato e à luta contra o rebaixamento.

Polêmicas desfazem o G5

O G5 antes unido, se desestruturou em meses. Foto: Site Oficial do Coritiba

Além de Bacellar como presidente, os vices André Luiz Macias, Ernestro Luiz Pedroso, Gilberto Griebler e Ricardo Guerra assumiram a gestão como principais administradores do clube. Porém, o G5 coxa-branca não durou muito. Em maio Guerra juntamente com o diretor executivo João Paulo Medina pediram renúncias dos cargos, alegando divergências de visão estratégica. Pierre Boulous foi então escolhido para compor o Conselho Administrativo e o G5 se reestruturou. Dois meses depois, Pedroso também pediu renúncia e afirmou que estavam acontecendo articulações nos bastidores do Alto da Glória, naquele momento não parecia, mas tal afirmação era um anúncio do que estava por vir.

Em agosto um escândalo estourou quando conversas de um grupo de uma rede social denominado “Indomáveis FC” vieram à tona. Os integrantes eram membros do Conselho e funcionários do Coxa e o conteúdo era repleto de deboche voltado ao presidente, a outros dirigentes e ao clube como um todo. A situação desencadeou uma crise e as demissões do coordenador de comunicação Adriano Rattman e do gerente de patrimônio Christian Gaziri e ainda o afastamento de Boulos e Macias, denunciados ao Conselho Disciplinar. Em setembro, Alceni Ângelo Guerra integrou a administração, transformando a cara de vez do grupo eleito em dezembro de 2014.

Expectativas para 2016

Além das propostas que precisam entrar em vigor (39 ainda constam como em andamento ou não iniciadas) a questão das dívidas do clube também está em pauta. De acordo com o parecer do Conselho Fiscal em março, o valor consolidado era de R$ 203,3 milhões e como medida para reverter este quadro, a diretoria buscou diminuir a folha salarial e rever os contratos em vigor no clube, porém, o caminho é longo.

Após os desentendimentos internos, a expectativa é que os dirigentes exerçam papéis mais seguros agora que já se tem conhecimento do cenário atual do Coritiba, das possibilidades e dos profissionais que podem estar ao lado da presidência. Com relação ao desempenho nas competições, que este ano foi abaixo do que se esperava e a equipe não conquistou nem o Campeonato Paranaense e terminou brigando para não ser rebaixado. Para a próxima temporada o planejamento já começou e contratações pontuais estão sendo realizadas, incluindo a chegada de Gilson Kleina como treinador.

Preserve o jornalismo e cite a fonte ao copiar. Se diploma não vale nada, a ética deve servir. Pelo bem do jornalismo. Equipe Redação em Campo.
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Geane Godois

Buscando aliar a paixão pela escrita, por contar histórias e pelo esporte, escolhi o jornalismo como profissão há três anos e meio, quando iniciei a graduação na PUCPR. Setorista do Coritiba no Redação em Campo.

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