Coritiba vai para a última rodada com 1% de risco de queda e discurso de luta até o fim
Depois de uma temporada irregular, com o risco de rebaixamento rondando o Alto da Glória desde as primeiras rodadas, o Coritiba chegou aos 43 pontos e reduziu a probabilidade de rebaixamento para apenas 1%, depois de vencer o Palmeiras por 2 a 0 na tarde do último domingo (29). O resultado permite que o Coxa vá para o último confronto com a tranquilidade de depender apenas de si e de um empate para se livrar da queda. “Então eu faço um pedido. Torcedor coxa-branca vá ao Couto Pereira, lote o estádio. Tenho certeza que com uma festa bonita vamos manter a postura e conseguir mais um ótimo resultado”, pediu o técnico Pachequinho.
A equipe desembarcou em Curitiba na manhã desta segunda-feira (30), mas teve o dia de folga antes de retomar os trabalhos visando o confronto diante do Vasco, que será só no próximo domingo (6) e promete ser difícil, já que o time carioca está mais ameaçado e na cola do alviverde. No entanto, o pensamento do time está apenas na vitória para selar de vez a permanência. “A vitória é do grupo todo, todos contribuíram. Estamos de parabéns, e agora é pensar no Vasco e vencer a última partida”, comentou o atacante Henrique Almeida, artilheiro da equipe com 12 gols. “Estivemos desacreditados, mas mudamos de atitude e postura e agora estamos próximos”, emendou o lateral Juan, autor do primeiro gol da partida.
Apesar da possibilidade da queda ainda existir, o Coxa quer contar com o apoio da torcida e fazer valer a força do Couto Pereira, que não a recebe desde o dia 31 de outubro. “O apoio da torcida é a melhor coisa pra ajudar a gente. Existe a ansiedade, mas é normal. Queremos o Couto lotado”, enfatizou Pachequinho. O clube também aproveitou os canais nas redes sociais para reforçar a campanha iniciada há pouco mais de três meses, que tem como frase principal: “lutaremos juntos até o fim!” e, segundo todos do elenco, este é o espírito para a última decisão da temporada.
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Geane Godois
Buscando aliar a paixão pela escrita, por contar histórias e pelo esporte, escolhi o jornalismo como profissão há três anos e meio, quando iniciei a graduação na PUCPR. Setorista do Coritiba no Redação em Campo.


