Novo presidente da FCF é ex-dirigente do Metropolitano

Com o pedido de licença de Delfim de Pádua Peixoto Filho da Federação Catarinense de Futebol (FCF), quem assume no lugar dele durante o período é Ericsson Luef, blumenauense e sócio e fundador do Metropolitano. Luef foi eleito, até 2019, como vice-presidente da entidade no ano passado, junto com João Nilson Zunino (Avaí), Laudir Zermiani (Joinville), Nei Roque Mohr (Chapecoense) e Rubens Angelotti (Criciúma).
Ele atua como empresário no ramo alimentício e teve que se desligar do clube de Blumenau para assumir a cadeira na FCF. Uma de suas metas quando assumiu o posto era brigar por melhores condições do futebol catarinense, muito por ser considerado uma das lideranças dos clubes menores nos últimos anos no estado.
O pedido de licença de Delfim da FCF foi protocolado nessa quarta-feira (07) junto a Confederação Brasileira de Futebol (CBF), mas ele só passa a valer a partir desta sexta-feira, quando Luef assume de fato. Delfim, que é o primeiro na sucessão da CBF, deixa a federação devido ao regulamento da entidade nacional, que não permite que um dirigente acumule dois cargos por mais de 180 dias. Com isso, Delfim preferiu dar prioridade à entidade máxima do futebol brasileiro.
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Tiago Piontekievicz
Jornalista. Além do futebol, tem como paixão viajar, por isso sempre que pode tenta unir as duas coisas. Em 2013, trabalhou na Copa das Confederações, no Maracanã. Adora o futebol inglês, o sul-americano em geral e os jogos da MLS, além, claro, do paranaense e do catarinense. Por ser perna de pau, optou por praticar esportes que exigem mais coragem do que habilidade, por isso é praticante de trekking e hiking e também já se arriscou no parapente. Seu maior sonho é cobrir uma Copa do Mundo, mas se esse sonho não se realizar, se contenta em assistir, in loco, uma final de campeonato acreano.


