Metropolitano muda forma de gestão e renúncia do presidente está suspensa

O Conselho Deliberativo do Metropolitano realizou uma reunião de cerca de duas horas de duração na noite dessa quarta-feira (30) para a definição do futuro do clube. O evento aconteceu no auditório do Sindilojas, em Blumenau, e foi coordenado pelo presidente do Conselho, Paulo César Lopes.
Em discussão estiveram diversos assuntos, alguns deles polêmicos, como a renúncia coletiva da diretoria do clube, encabeçada pelo presidente Ivan Kuhnen, anunciada no dia 8 de setembro. Nesse intervalo o Conselho teve que avaliar e buscar soluções para os problemas financeiros do Verdão e até mesmo a possibilidade de optar por promover uma nova eleição.
A primeira decisão da reunião foi a suspensão da renúncia da diretoria, além da decisão pela formação de um comitê gestor composto por dez pessoas, que deve se oficializado em até dez dias. Isso quer dizer que Ivan Kuhnen permanece como presidente, mas vai poder contar com o auxílio e terá que submeter as suas decisões ao grupo gestor.
O período de dez dias é para a formalização integral do comitê, já que apenas três nomes foram indicados até o momento: Marcelo Georg, Saulo Reitz e Marcos Zata Borges. No entanto, se não houver a efetivação do grupo, aí sim a renúncia da diretoria executiva capitaneada por Kuhnen será confirmada e o Conselho Deliberativo terá 30 dias para realizar uma nova eleição. O que muda, em suma, é que Kuhnen não estará mais sozinho no comando do clube, algo que ele tanto cobrava. O objetivo do comitê gestor é conseguir uma mobilização que integre clube, poder público, patrocinadores e torcida para viabilizar o clube financeiramente.
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