Chapecoense sofre mais uma derrota e completa nove jogos sem vencer
Na tentativa de sair da zona de rebaixamento, a Chapecoense foi até o Recife para encarar o Sport e sofreu uma derrota acachapante por 3 a 0. O resultado faz com que o Verdão do Oeste permaneça na ZR, com os mesmos 31 pontos do Goiás, mas com um saldo de gols inferior (-12 contra 0) e complete nove jogos sem vencer. A Chape agora muda um pouco de foco e encara o Libertad pela Sul-Americana, em Chapecó. Pelo Brasileirão, volta a campo no domingo (04), às 18h30, contra o Palmeiras.
Chape melhor, Sport mais eficiente
Dentro da zona de rebaixamento, a Chapecoense precisava pelo menos de um empate para deixar o posto entre os quatro últimos. Para isso começou o jogo indo para cima do Sport, logo aos 4 minutos, Ananias arriscou um chute no ângulo de Danilo Fernandes, que se esticou e salvou o time da casa. Depois, aos 16, Bruno Rangel recebeu passe dentro da área e finalizou com força, mas novamente o goleiro salvou.
A Chape foi melhor no jogo até os 20 minutos, com as melhores oportunidades criadas e pagou justamente pelos erros. Aos 24, após uma cobrança de escanteio, André desviou e a bola sobrou para Diego Souza, que estava sozinho e com um bico abriu o placar.
No entanto, o gol não desestabilizou a Chapecoense, que promover uma blitz em cima da defesa do Leão através de contra-ataques, mas a transição falhava bastante. O resumo do 1º tempo é que o Sport foi eficiente quando necessário, pois na única chance, marcou, à Chape sobrou a derrota parcial. Foram quatro chances claras de gol, todas desperdiçadas.
Muitos erros e mais uma derrota
O que o Sport deixou de jogar na primeira etapa, tentou jogar no início da segunda, aos 6 minutos Samuel Xavier foi ao fundo e cruzou para Diego Souza, que testou com força para a bela defesa de Danilo. Na sequência, aos 11, Maikon Leite mandou uma bomba e a bola foi para a linha de fundo. O Sport ainda teve mais uma chance, com André, que tentou o domínio dentro da área, mas que Danilo salvou.
A situação era totalmente ao contrário daquela do 1º tempo, o Leão era quem mandava no jogo. A Chapecoense só esboçou ema reação aos 28 minutos, quando Camilo recebeu passe dentro da área, girou, mas mandou para fora. Não foi o suficiente, pior ainda quando, aos 32, Samuel Xavier cruzou para André, que dividiu a bola com Apodi, o que fez ela morrer no fundo do gol da Chape.
Nesse momento, a Chape já estava totalmente atordoada em campo, o que deixou a vida do Sport mais fácil. Em bela jogada, aos 39, Régis pegou a bola na entrada da área, cortou os marcadores e chutou no canto marcando um golaço, o terceiro do Leão. E, assim, foi fim de papo, mais uma derrota da Chape no Brasileirão.
FICHA TÉCNICA
SPORT 3 X 0 CHAPECOENSE
Sport: Danilo Fernandes; Samuel Xavier, Matheus Ferraz, Durval e Renê (Neto Moura); Rithely, Diego Souza (Régis), Danilo e Marlone; Maikon Leite (Élber) e André.
Técnico: Paulo Roberto Falcão.
Chapecoense: Danilo; Apodi, Rafael Lima, Thiego e Dener Assunção; Elicarlos, Bruno Silva (Cléber Santana) e Gil (Camilo), Ananias, William Barbio e Bruno Rangel (Túlio de Melo).
Técnico: Guto Ferreira.
Local: Estádio Ilha do Retiro, em Recife.
Data/Horário: 27/09/2015, às 18h30.
Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro (MG).
Assistentes: Guilherme Dias Camilo (MG) e Marcio Eustaquio S Santiago (MG)
Público e Renda: 5.754 total/R$ 71.130,00
Cartões Amarelos: Danilo, Rithely e Neto Moura (Sport). William Barbio (Chapecoense).
Gols: Diego Souza, aos 24′ do 1º tempo; Apodi (contra), aos 32′ e Régis, aos 39 do 2º tempo para o Sport.
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Tiago Piontekievicz
Jornalista. Além do futebol, tem como paixão viajar, por isso sempre que pode tenta unir as duas coisas. Em 2013, trabalhou na Copa das Confederações, no Maracanã. Adora o futebol inglês, o sul-americano em geral e os jogos da MLS, além, claro, do paranaense e do catarinense. Por ser perna de pau, optou por praticar esportes que exigem mais coragem do que habilidade, por isso é praticante de trekking e hiking e também já se arriscou no parapente. Seu maior sonho é cobrir uma Copa do Mundo, mas se esse sonho não se realizar, se contenta em assistir, in loco, uma final de campeonato acreano.


