Ney Franco admite que está sendo mais fácil jogar longe de casa

Depois de emplacar sete jogos de invencibilidade na Série A do Campeonato Brasileiro, o Coritiba chegou até a sair da zona de rebaixamento, mas após dois tropeços no Couto Pereira - o empate diante do Fluminense e a derrota para o Internacional - em um intervalo de uma semana, o alviverde voltou a se complicar na competição e entrou novamente no Z4.
“A competição é muito difícil e desperdiçamos pontos dentro de casa. Temos que buscar o resultado fora e não temos tempo para lamentar”, comentou o técnico Ney Franco.
A equipe coxa branca abriu a 25ª rodada jogando contra o colorado, e apesar do baixo desempenho e do erro que resultou na derrota, o treinador alviverde chamou a atenção para a arbitragem, que em um lance em que o atacante Kléber foi atropelado dentro da área, deixou de marcar a penalidade máxima. “É uma coisa que vai passar batido, as pessoas vão esquecer, mas foi grotesco e impressionante de não ser marcado”, lamentou.
O Coxa vem demonstrando menos força dentro de casa, algo que antes era o seu ponto forte. Ney Franco já havia chamado a atenção de alguns torcedores que reclamam constantemente, mas não soube explicar o porquê dos resultados não estarem acontecendo.
“Para nós está sendo mais fácil jogar fora de casa do que dentro. Temos que nos adaptar a como as coisas são. Infelizmente estamos desperdiçando muitas chances e me coloco no lugar do torcedor, temos que vencer no Couto”, afirmou.
Agora a equipe já pensa na partida frente ao Flamengo, no Maracanã, na próxima quinta-feira (17). “Vamos trabalhar para que os jogadores consigam ter um desempenho melhor para vencermos. Não podemos desistir e sim trabalhar mais”, concluiu o comandante alviverde.
Preserve o jornalismo e cite a fonte ao copiar. Se diploma não vale nada, a ética deve servir. Pelo bem do jornalismo. Equipe Redação em Campo.
Chape é dominada pelo Flamengo e sofre nova derrota na Arena Condá
Geane Godois
Buscando aliar a paixão pela escrita, por contar histórias e pelo esporte, escolhi o jornalismo como profissão há três anos e meio, quando iniciei a graduação na PUCPR. Setorista do Coritiba no Redação em Campo.


