Claudinei deve poupar jogadores na última rodada, mas sem aliviar para o Palmeiras
Desde a 33ª rodada, quando venceu o Botafogo fora de casa por 2 a 0 e alcançou a marca de 46 pontos, o Atlético Paranaense não tem mais objetivos importantes no Campeonato Brasileiro. Mesmo assim o time não deixou a competição de lado só por ter se livrado do rebaixamento, prova disso foi a vitória fora de casa contra o desesperado Bahia. Na última rodada deste campeonato, o Furacão enfrenta o Palmeiras, às 17h, no Allianz Parque. O time paulista precisa da vitória para permanecer na Série A sem depender de outros resultados.
O técnico Claudinei Oliveira admite a possibilidade de preservar alguns atletas que estejam desgastados, mas afasta qualquer possibilidade de facilitar as coisas para o Palmeiras. “Nós vamos para São Paulo e jogar para vencer o Palmeiras. Isso é uma coisa óbvia, não pode passar na cabeça de ninguém entrar num jogo que não seja para vencer ou para tentar vencer. Agora, nós vamos priorizar a nossa programação. Se a gente achar que tem que tirar algum jogador porque está muito cansado, está com risco de lesão, se a gente resolver que tem que antecipar exame médico e liberar os titulares para terem um pouco mais de folga nós faremos. Eu trabalho para o Atlético, não trabalho para o Palmeiras nem para o Vitória. De qualquer forma eu vou com o time que for para ganhar o jogo. Pode ter certeza que pra ganhar da gente eles vão ter que correr muito”, afirmou o comandante atleticano em entrevista coletiva após o jogo entre Atlético e Goiás.
Algumas teorias estão sendo ventiladas na imprensa esportiva brasileira na última semana. Essas hipóteses se referem à possibilidade do Atlético Paranaense entregar o jogo para o Palmeiras, isso porque o Vitória, que precisa vencer o Santos em casa e torcer por um tropeço do Palmeiras, está devendo o dinheiro da venda não concretizada do lateral-direito Léo no começo do ano, que acabou indo para o Flamengo. Outro precedente que poderia reforçar essa teoria é a amizade de Mário Celso Petraglia, presidente do Atlético Paranaense, com Mustafá Contursi, financiador da reeleição de Paulo Nobre no Palmeiras.
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JEC começa a se preparar para “ano mágico”
Marcelo Cavalli
Estudo jornalismo porque acredito que futebol pode ser discutido muito além do senso comum. É um esporte complexo que não pode assumir apenas o papel de entretenimento. Setorista do Atlético Paranaense no Redação em Campo


