terça-feira , 17 fevereiro 2015
RC News
Foto: Luiz Henrique/Site Oficial do Figueirense.

Mesmo vencendo o Estadual, Figueirense sofreu na temporada

A torcida esperava um ano com menos sofrimento para o Figueirense. Após classficar-se para a elite do Campeonato Brasileiro em 2014, na última rodada, vencendo o Bragantino fora de casa e contando com a ajuda dos adversários, o Furacão esperava que essa temporada fosse de alegrias.

O ano começou bem, com a campanha da segunda fase do estadual, o Figueirense ganhou a chance decidir em casa e conquistou o título catarinense, após dois emocionantes jogos contra o Joinville. Na primeira partida, o Tricolor venceu na Arena Joinville por 2 a 1, gols de Wellington Saci e Edigar Junio, com Éverton Santos descontando para o Furacão. A segunda partida foi no Orlando Scarpelli, onde o Figueira deu o troco e venceu também por 2 a 1, gols de Lucio Maranhão e Dudu, com Wellington Saci descontando para o Joinville. Com um regulamento controverso, que dava a taça para o time que vencesse a segunda partida, em caso do saldo de gols das finais, fossem iguais, o Figueira saiu beneficiado e acabou conquistando seu 16º Campeonato Catarinense.

Porém a Copa do Brasil mostrou que esta temporada não seria fácil. O Figueirense foi eliminado na segunda fase, pelo Bragantino. Na primeira fase, venceu o Plácido de Castro, do Acre, mas apenas no jogo de volta, por 3 a 1. Já contra o time paulista perdeu a partida de ida por 2 a 1 e venceu a de volta pelo mesmo placar. Foi eliminado nos penaltis em casa por 4 a 3.

Pelo Campeonato Brasileiro, o início não foi nada bom e na segunda rodada houve a primeira troca de técnico. Vinicíus Eutrópio, que subiu com a equipe e foi campeão estadual após seis anos, foi demitido pelo mal começo. Nesse mesmo momento, Marcos Assunção, principal jogador do grupo pediu para sair. Eutrópio comandou a equipe por 42 partidas, sendo 19 vitórias, 10 empates e 13 derrotas.

Guto Ferreira assumiu a equipe, mas também não deu certo. Três meses depois foi demitido na eliminação da Copa do Brasil e dirigiu a equipe em 11 partidas, sendo sete derrotas, três vitórias e um empate. O terceiro e último técnico na temporada foi Argel Fucks, que chegou para organizar a casa e tentar livrar o Figueirense do rebaixamento. Mas a primeira partida foi contra o então líder Cruzeiro fora de casa. O Furacão perdeu por 5 a 0, dando uma má impressão na torcida, que já pressionava a diretoria por atitudes.

Porém o técnico Argel e o grupo de jogadores deram a volta por cima e livraram o Figueirense do rebaixamento. A equipe terminou a competição em 13º, com 47 pontos, 13 vitórias, oito empates e 17 derrotas. 37 gols pró e 47 contra, saldo de menos 10 e um aproveitamento de 41,2%.

Os números gerais do Figueirense nesta temporada foram: 59 partidas com 23 vitórias, 14 empates e 22 derrotas. Foram ao todo 68 gols pró e 68 gols contra, com zero de saldo. O artilheiro na temporada foi Pablo, com 12 gols, em todas as competições. O jogador que mais atuou com a camisa do Furacão foi o goleiro Tiago Volpi, com 56 partidas disputadas no ano.

O que a torcida mais espera para 2015, é que o Figueira conquiste novamente um título, mas também melhore nas competições nacionais.

Preserve o jornalismo e cite a fonte ao copiar. Se diploma não vale nada, a ética deve servir. Pelo bem do jornalismo. Equipe Redação em Campo.

Sobre Edno Pereira Junior

Jornalista com muito orgulho. Fissurado em esportes desde os mais estranhos possíveis. Novo fã do Curling. Simpatizante de diversos clubes da Europa, principalmente o Manchester United e Real Madrid. Esse jovem jornalista quer cada dia mais aprender sobre coisas novas.
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