Nos últimos dois anos o Cruzeiro deu exemplo de futebol bem jogado e competitivo. As conquistas celestes em campo deixam ao futebol brasileiro um legado tão importante quanto os títulos conquistados que é o modelo de gestão utilizado pelo clube.
A gestão cruzeirense é baseada nas melhores práticas de gestão, sob a responsabilidade de um diretor-executivo remunerado (Alexandre Mattos), com autonomia e confiança delegadas pelo presidente Gilvan Tavares. Observa-se no clube que as dimensões política, administrativa e técnica caminham juntas e orientadas por um mesmo objetivo.
Foi definido um projeto esportivo moldado em critérios técnicos, com um modo estruturado de pensar o clube, que rendeu o diferencial competitivo em relação aos demais nas últimas temporadas.
No aspecto da gestão esportiva a montagem do elenco foi feita dentro do orçamento do clube, impulsionado por cerca de 66.679 associados (é o terceiro clube com mais sócios-torcedores no país).
Para a gestão técnica de campo, Marcelo Oliveira foi contratado no final de 2012. A sua contratação foi fundamentada no seu perfil, que se adequava ao que a diretoria pretendia no que se refere à maneira do time jogar.
Obviamente que peças sairão para a próxima temporada, mas se os objetivos do projeto esportivo permanecerem será difícil não ver o Cruzeiro brigando pelo título das principais competições em 2015.
Ganhar ou perder uma final, como a da Copa do Brasil esta semana, faz parte do esporte.
A vantagem competitiva em se seguir um planejamento bem elaborado e o permanente ciclo de geração de valor que isso causa a instituição, fará com que a gestão do Cruzeiro continue tendo sucesso tanto no aspecto administrativo, quanto no esportivo ao longo dos próximos anos.
Hoje, o Cruzeiro, em termos de gestão, é o clube brasileiro que dá certo!
Redação em Campo Porque o futebol é a nossa paixão.



