O Tribunal de Justiça Desportiva (TJD) analisará, nos próximos dias, a súmula do jogo entre Marcílio Dias e Atlético Ibirama, válido pela última rodada do hexagonal do rebaixamento do Campeonato Catarinense. O Marinheiro corre o risco de ser denunciado por uma agressão contra o presidente da Federação Catarinense de Futebol (FCF), Delfim de Pádua Peixoto Filho.
Baseado na análise do documento publicado no site da FCF, o TJD denunciará ou não o Marcílio Dias. Na súmula, o árbitro William Machado Steffen relata a confusão ocorrida durante a vitória do Ibirama por 1 a 0.
Entre os acontecimentos relatados, o árbitro diz ter sido avisado pelo Major Marcelo Egídio Costa, da Polícia Militar (PM), que o carro do presidente da federação foi cercado no momento que o jogo foi paralisado, e que um torcedor do time da casa acertou um soco no rosto de Peixoto.
Além destes fatos, também consta na súmula a entrada da PM em campo para conter um atleta e a ausência da ambulância, estopim da confusão. Como a FCF entrou em recesso nesta quinta-feira (17), uma decisão do TJD pode ocorrer apenas na semana do dia 28.
Entenda
A vitória do Ibirama por 1 a 0 foi marcada por uma briga generalizada. Após lances polêmicos marcados pelo árbitro William Machado Steffen contra o time da casa, a confusão tomou conta do Estádio aos 37 minutos do segundo tempo, quando o jogo foi paralisado porque a ambulância teve que sair do local para atender uma ocorrência externa.
A partir daí, uma confusão tomou conta do pátio do Estádio Hercílio Luz e jogadores e trio de arbitragem desceram para os vestiários. Após 30 minutos de paralisação, o jogo recomeçou e o árbitro protagonizou mais um lance polêmico em que a torcida do Marcílio Dias pediu pênalti.
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