domingo , 18 maio 2014
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Além de novo calendário, Bom Senso FC propõe Fair Play financeiro aos clubes
Logo do movimento Bom Senso FC. Foto: Divulgação

Além de novo calendário, Bom Senso FC propõe Fair Play financeiro aos clubes

Logo do movimento Bom Senso FC. Foto: Divulgação

Logo do movimento Bom Senso FC. Foto: Divulgação

O movimento Bom Senso Futebol Clube, criado em 2013 para buscar melhorias ao esporte mais popular no Brasil, apresentou nesta segunda-feira (17), de forma oficial em um fórum em São Paulo, as propostas elaboradas para um calendário que se imagina ser o mais adequado aos times. Participaram do evento jogadores como Alex (Coritiba), Rogério Ceni (São Paulo), Dida (Internacional), Fernando Prass (Palmeiras), entre outros.

A ideia principal é fazer um Campeonato Brasileiro que dure 11 meses, de fevereiro a dezembro, e reduzir os campeonatos estaduais, com no máximo oito datas no meio do ano em torneios de curta duração, a exemplo da Copa do Mundo. A criação de uma Série E, com 430 clubes que não teriam calendário após o fim dos estaduais também foi proposta pelo Bom Senso.

No entanto, para se diminuir o número de partidas dos clubes grandes e aumentar os de menor expressão terá um custo. Um levantamento interno aponta que o valor desembolsado, com o aumento de jogos, será em torno de R$ 94 milhões. Este valor seria pago parte pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF), clubes da Primeira Divisão e até pelo Governo Federal.

“Fica em torno de R$ 94 milhões com o aumento dos jogos. Mas a gente tem algumas alternativas para custear esses gastos. Se você pensar que o fair play financeiro pode ajudar o Governo Federal a arrecadar cerca de R$ 130 milhões por ano, a gente pode negociar que esse dinheiro volte como investimento para o futebol, para manter os clubes e os empregos dos jogadores”, afirmou Eduardo Tega, consultor do movimento, em entrevista à ESPN Brasil.

Fair Play financeiro
Pensando em diminuir as dívidas dos clubes, o Bom Senso FC também apresentou nesta segunda-feira a proposta do “fair play financeiro”. Para isso, seria criada uma entidade reguladora, que controlaria as finanças dos times, evitando dívidas, atraso de salários e não cumprimento de contratos. Este órgão, se criado, será independente e terá a participação de vários segmentos da sociedade, ao custo de R$ 3,2 milhões por ano.

Preserve o jornalismo e cite a fonte ao copiar. Se diploma não vale nada, a ética deve servir. Pelo bem do jornalismo. Equipe Redação em Campo.

Sobre Bruno Zanette

Bruno Zanette
Jornalista, nascido em Foz do Iguaçu, pós-graduado em Mídias Digitais pela FAG, de Cascavel. Entrou para o Redação em Campo em janeiro de 2014. Antes passou por CBN Foz e Clickfoz. Atualmente está na rádio 97 FM, de Foz. Nas (poucas) horas vagas gosta de assistir filmes e não dispensa o rock n' roll.
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