Time paranista saudando a torcida na última partida em Chapecó (SC). Foto: Divulgação / Paraná Clube.
O empate em 2 a 2 no último sábado diante da Chapecoense, em Chapecó (SC), colocou em xeque a desatenção da defesa do Paraná Clube nos momentos finais das partidas. Em pelo menos cinco delas, o Tricolor saiu na frente do adversário, mas não conseguiu segurar durante a segunda etapa. Foram assim também nos jogos contra América-MG, Avaí, Joinville e Palmeiras, em que o Paraná saiu na frente, e “apagões” levaram o time paranista deixar de somar de seis a oito pontos, o que poderia fazer estar mais acima e confortável na tabela de classificação do Campeonato Brasileiro da Série B.
Os jogadores que estiveram em campo no interior catarinense lamentaram o empate, mas acreditam que o resultado conquistado diante de um dos líderes fora de casa foi importante para a sequência da competição. “Este ponto vai fazer diferença lá na frente. Claro, podíamos ter buscado mais, mas infelizmente tivemos falhas. Fechamos os espaços, e pra eles só restou o chutão e a bola alta na área”, disse o zagueiro Brinner.
Já para o meia Fernando Gabriel, que entrou no segundo tempo, o primeiro gol sofrido foi um achado e fez o adversário crescer ainda mais com a pressão da torcida. “A gente controlava o jogo totalmente. Tomamos um gol na base do acaso, e a equipe deles cresceu. Agora temos de ter calma e trabalhar, pois semana que vem temos mais uma pedreira”, considerou.
Já o técnico Dado Cavalcanti entende que a maratona de jogos pesou na parte física dos jogadores e convoca a torcida Tricolor para a partida do próximo sábado contra o terceiro colocado Sport, rival direto na briga pelo acesso. Muitos dos nossos atletas jogaram os 90 minutos nos últimos seis compromissos. É um jogo a cada três dias, não tem como evitar o excesso de desgaste. É nossa hora de valer do fator casa. Toda a torcida precisa se mobilizar. Aqueles que estão indo precisam convocar os amigos, pois precisamos de toda a força possível”, afirmou o comandante.
_
Preserve o jornalismo e cite a fonte ao copiar. Se diploma não vale nada, a ética deve servir. Pelo bem do jornalismo. Equipe Redação em Campo.
Redes Sociais