A novela que envolve o aluguel ou não da Vila Capanema ao Atlético na Série B segue sem definição. Ontem, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) alegou “falta de tempo” e confirmou a primeira partida do Furacão contra o Grêmio Barueri, dia 01, no estádio.
“Eu expliquei isso para o presidente do Paraná e ele entendeu. Marcamos ainda outros dois jogos lá para que a Federação Paranaense de Futebol possa resolver essa situação. Espero uma resposta da FPF até a próxima semana”, afirmou Virgílio Elísio, diretor de competições, à rádio Banda B.
Entretanto, o mandatário paranista continua com a mesma posição de um mês atrás, dizendo que não vai emprestar o Durival Britto e Silva ao rival. “O Paraná não vai ceder nenhum jogo para o Atlético na Vila. A CBF não pode impor isto”, declarou Rubens Bohlen.
Com isso, o Tricolor novamente deixou a Vila Olímpica como opção. Na manhã da sexta-feira, o presidente da Comissão de Vistorias da Federação Paranaense de Futebol, Reginaldo Cordeiro, fez uma vistoria no Érton Coelho Queiroz. Mesmo passando por uma reformulação desde o início do ano, quando no final de março voltou a receber o departamento de futebol, o local precisaria de 30 dias para ficar em condições de receber uma partida.
“Tem infiltrações na estrutura metálica da laje e das cabines de imprensa. Os sanitários estão detonados. Se mistura o acesso dos atletas com torcedores pela social. Tem falta de monitoramento e iluminação artificial. Hoje não seria um estádio liberado nem para reserva técnica”, analisou ao blog da jornalista Nadja Mauad.
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