Após o empate em 2 a 2 contra o Ceará, pela partida de ida da segunda fase da Copa do Brasil, o técnico Ricardinho afirmou que ficou satisfeito com a atuação paranista, mas deixou claro que ainda existe muito trabalho pela frente.
Para o treinador, a primeira etapa começou com um certo nervosismo da equipe azul, vermelha e branca. “Demoramos para encaixar o posicionamento. Depois dos 15 minutos, ajeitamos bem e começamos a incomodar no contra-ataque. Equilibramos a partida e começamos a tocar mais, que é nossa característica”.
Já na parte final do confronto, o comandante tricolor afirmou que o Paraná voltou melhor postado, porém pecou em um momento decisivo e que foi treinado durante o período que o clube ficou sem jogar.
“No segundo tempo, equilibramos bem com a entrada do Henrique Alemão. Fizemos o segundo gol, controlamos bem a partida e, a partir dos 30 minutos, acabamos sofrendo pressão e o treinamento não surtiu efeito. Sentimos a falta de ritmo de jogo”, confessou.
Entretanto, o placar final acabou agradando o técnico Ricardinho. O treinador, por outro lado, fez questão de botar os pés nos chão e ressaltar que ainda existem 90 minutos para decidir a vaga para a próxima fase.
“Foi um bom resultado, mas não ganhamos nada. Conquistamos nosso objetivo que era fazer gols e jogamos com o regulamento. Temos que ter a cabeça no lugar e saber atuar na partida da volta, assim como fizemos hoje”, analisou.
Questionado sobre a arbitragem de Arilson Bispo da Conceição, da Bahia, o ídolo do Tricolor tentou evitar comentários. Logo que chegou à Vila Capanema, Ricardinho deixou claro que não comentava sobre a questão. Mas, com os erros pontuais de hoje, ele resolveu falar.
“Quando assumir a função de treinador, decidi não comentar sobre os árbitros. Não mudei, mas hoje teve duas situações que me incomodaram. Pontualmente, a entrada no joelho do Luis Carlos era para expulsão e o tapa na cara do Henrique poderiam ter mudado o jogo. Sigo minha linha, mas precisava falar sobre isso, pois foram lances claros”, finalizou.
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