“Se for depender de mim, acho que não há outro caminho”, declarou o presidente do Operário Ferroviário Esporte Clube (OFEC), Carlos Roberto Iurk, logo após a partida à reportagem do Redação em Campo sobre a possível demissão do técnico Carlos Paiva.
“O time não perdeu só pela arbitragem. Erramos demais e de novo. Vamos conversar, mas a mudança deve acontecer”, completa do presidente, que já indicava a possível troca antes mesmo do jogo contra o Rio Branco.
O diretor de futebol, Maurício Barbosa, disse em tom apático que “amanhã [hoje] vocês [imprensa e torcedores] vão saber o que decidimos”. A situação de Carlos Paiva parece realmente insustentável, já que não tinha apoio da torcida e agora da diretoria.
Em relação ao novo treinador, o presidente, Carlos Roberto Iurk, praticamente descarta os nomes de Rodrigo Casca, ex-Iraty, e Pedro Caçapa, hoje no Roma. “São bons técnicos, mas não é o que precisaríamos agora”.
Iurk também aponta o nome mais cotado para substituir Carlos Paiva. “Tivemos a indicação do Lio Evaristo. Acho que seria o nome ideal”, resume. A dispensa de jogadores também não está descartada. “Não se pode cometer uma falta boba dessas e ser expulso”, critica o presidente ao se referir ao atacante Thiago Henrique.
Paiva assumiu o Operário no segundo turno do Campeonato Brasileiro da Série D. Após conseguir três vitórias recebeu aval da diretoria para permanecer. Porém, durante a pré-temporada acumulou resultados não satisfatórios como derrota para o Iraty e empate contra o Metropolitano (SC).
No Paranaense, o Fantasma apresentou um sistema defensivo frágil que sofreu gols por falhas individuais em todos os jogos do certame. O pronunciamento oficial da diretoria do Operário sobre a demissão de Carlos Paiva deve acontecer já na manhã desta segunda-feira.
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