Ontem contra o Roma Esporte Apucarana, ao ter que tirar o meio-campista Élvis, por cansaço, o treinador do Operário Ferroviário Esporte Clube (OFEC), Carlos Paiva, se viu refém da falta de opções.
O comandante precisou improvisar colocando o lateral direito Claudinho. O substituto foi parar na lateral esquerda, para que o jogador que até então ocupava a função, Wellington, fosse descolado para o meio de campo.
Ou seja, a modificação provocou improvisação de jogadores em dois setores da equipe.
“Se vocês forem analisar hoje (ontem), o grupo do Operário federado para jogar é isso aí que tem, os outros estão lesionados”, critica Carlos Paiva. Mais uma vez, o treinador não pode contar com George, Edson Grilo, Goiano e Ceará.
A impossibilidade implicou na colocação do volante Saymon, do sub-20 do Operário, no banco de reservas. No entanto, o jovem não atua como armador. Já o meia Rilber, que poderia ter sido uma opção mais condizente, foi dispensado pela diretoria na sexta-feira.
“Estou colocando para o presidente e para diretoria. Já pedi antes mesmo de começar o campeonato, mas, por enquanto, acreditamos na recuperação dos contundidos”, espera o comandante.
Contratações
Segundo o diretor de futebol do Operário, Maurício Barbosa, ainda nesta semana reforços devem chegar em Vila Oficinas. “Temos carência de um ‘xerife’ para a zaga e um primeiro volante“, detalha. O jogador do meio de campo vem do Mato Grosso, mas não teve o nome revelado.
Coletiva
Confira a entrevista do repórter Emmanuel Fornazari com o técnico Carlos Paiva
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