FPF confirma mando do Atlético no Ecoestádio

Estádio do Corinthians-PR será a casa do Furacão no Paranaense - Foto: Eduardo Bispo/ Redação em Campo

Após mandar a partida de estreia em Ponta Grossa, no Estádio Germano Krüger, o Atlético voltará a jogar em Curitiba. Pela quarta rodada do Paranaense 2012, dia 01/02, o Furacão enfrenta o Roma e o jogo será realizado no Estádio Janguitto Malucelli, o Ecoestádio, do Corinthians Paranaense. O Furacão jogou fora na rodada passada e volta a ser visitante diante do Rio Branco, neste final de semana.

O Ecoestádio tem capacidade de quatro mil e duzentos torcedores sentados - a Federação só liberou pouco mais de três mil -, bem abaixo dos cerca de 18 mil sócios-torcedores do Furacão e a FPF não aceita que sejam colocadas outras estruturas temporárias, por questões de segurança. A falta de iluminação também é um problema. O CAP terá que mandar seus jogos a tarde.

Em entrevista para a rádio 98 FM, o presidente de honra do Timãozinho, Joel Malucelli, explicou que o empréstimo vale apenas para o estadual, a princípio, e o valor definido não foi importante. Realizar jogos com apenas uma torcida poderia ser uma solução, segundo o dirigente.

- Não sei se é possível, mas eles poderiam realizar jogos de uma torcida só. Claro que o horário teria que ser reformulado e o jogos virem para a tarde. (…) Decidimos o valor em dez segundos. Não foi importante o valor do aluguel, e sim conseguir atender o Clube Atlético Paranaense nessa dificuldade. O futebol é mão dupla. Amanhã ou depois nós também poderemos precisar, então nós estamos mantendo uma parceria com o futebol do Paraná e não só com Atlético.

Malucelli também afirmou que o presidente Petraglia deve ajudar o Corinthians-PR a colocar iluminação do estádio.

Histórico

A novela envolvendo o local onde o Atlético iria mandar seus jogos em 2012 se estendeu durante todo o mês. A primeira tentativa foi forçar o empréstimo do Couto Pereira, casa do maior rival Coritiba, junto a Federação. A entidade estabeleceu um aluguel de R$ 30 mil, mas o alviverde entrou com uma ação junto ao Tribunal de Justiça Desportiva e invalidou a decisão. Nesta quarta, o TJD encerrou de vez a questão nesta instância. A FPF e o Atlético poderiam ainda recorrer ao STJD.

A Vila Capanema era o plano B. A diretoria do Paraná Clube pediu cerca de R$125 mil por partida e inviabilizou o negócio. A estreia em Ponta Grossa foi determinada pela própria Federação Paranaense, por ter chegado no último dia do prazo para homologar a rodada e não haver definição.

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