O Atlético visitou o Operário nesta quarta (25), em jogo válido pelo complemento da segunda rodada do Paranaense 2012, e venceu por 1 a 0. Bruno Mineiro marcou, de cabeça, o único gol da partida, a 1 minuto e meio, após lançamento de Marcinho. Com a vitória, o Furacão soma seis pontos, com 100% de aproveitamento, e o Fantasma permanece com apenas um.
Bruno Mineiro dá vantagem ao Furacão logo no 1º minuto
Após treinar com o time muito modificado, o Atlético só teve duas mudanças em relação à equipe que venceu o Londrina. Renan e Bruno Mineiro. O atacante estreiou como titular esse ano e começou muito bem. Logo a um minuto e meio, Marcinho lançou e Bruno Mineiro desviou de cabeça por cima do goleiro Gabriel para fazer 1 a 0 para o Furacão.
O Operário tomou as ações ofensivas e controlou a posse de bola em busca do empate. Marcelo era quem levava mais perigo ao gol de Rodolfo. Com dois chutes fortes de fora da área, o camisa 7 do Fantasma assustou. O Furacão tentava explorar os contra-ataques, sem muito sucesso.
Enquanto Gabriel não fez nenhuma defesa importante, Rodolfo teve que sair das traves para cortar cruzamentos diversas vezes e salvar o Atlético em um chute de Baiano e uma cabeçada do zagueiro João Paulo. Já nos acréscimos, Marcelo cruzou para Baiano, que não alcançou a bola e perdeu a melhor chance do time de Ponta Grossa na primeira etapa.
Muitas mudanças e jogo fraco
Bruno Mineiro voltou para o segundo tempo como começou o primeiro, buscando o gol. Em chute colocado da meia-lua, o camisa 7 atleticano quase marcou. Gabriel estava atento e espalmou. Nieto também teve grande chance, após cruzamento na área. O argentino matou no peito e fuzilou para gol, para mais uma bela defesa do camisa 1 do Operário.
Carlos Paiva resolveu ir pra cima e sacou o lateral-esquerdo Wellington para colocar o atacante Marcelinho, que quase marcou em sua primeira chance. Carrasco promoveu a mexida que treinou esta semana: Pablo entrou no lugar de Marcinho, foi para a lateral-direita, Paulo Otávio para a esquerda e Héracles completar a trio de meio-campo. Harrison também entrou e estreiou pelo profissional do Furacão.
O Operário partiu pra cima e tentou pressionar e chegar o gol na base da vontade, porém sem muita qualidade e sem criar chances claras de gol. O Atlético diminuia o ritmo da partida e chegou a ter oportunidades desperdiçadas com Héracles e Marcelo no final. Com o fraco segundo tempo, o jogo acabou mesmo 1 a 0 para o Atlético.
FICHA TÉCNICA
OPERÁRIO 0 X 1 ATLÉTICO-PR
Operário: Gabriel; Jéferson, Renato Saldanha, João Paulo e Wellington (Marcelinho); Zé Leandro, Marcelo, Jocian (Goiano) e Élvis; Baiano e Ícaro (Osmar).
Técnico: Carlos Paiva.
Atlético: Rodolfo; Paulo Otávio, Manoel, Gustavo e Héracles; Deivid, Renan e Marcinho (Pablo); Ricardinho (Harrison), Nieto e Bruno Mineiro (Marcelo).
Técnico: Juan Ramon Carrasco.
Local: Estádio Germano Krüger, em Ponta Grossa.
Data/Horário: 25/01/2012, às 22h00.
Árbitro: Adriano Milczvski.
Assistentes: Luciano Roggenbaum e André Luiz Severo.
Público/Renda: 3.894 pagantes / 4.032 total / R$ 87.265,00.
Cartões amarelos: Marcelo, Ícaro e Jéferson, pelo Operário; Paulo Otávio, pelo Atlético-PR.
Gols: Bruno Mineiro, a um minuto do primeiro tempo, pelo Atlético-PR.
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Pelo bem do jornalismo. Equipe Redação em Campo.

Tem que arrumar ainda algumas coisas no time e trocar urgente nosso goleiro. Baiano tava jogando com o coração na ponta da chuteira ontem, dando o máximo até o último minuto do jogo.
Agora, o árbitro da partida, ele deve apreciar muito o time do Atlético-PR, como na foto em que ele está com uma moça na Arena da Baixada assistindo o jogo no meio da torcida do Atlético.
Futebol vem perdendo a graça, Às vezes a impressão que da, é que a Federação manda os árbitros fazer o que puder pra prejudicar os adversários de Atlético-PR e Coritiba, no caso, os times do interior, que nunca conseguirão competir de igual com os da capital (Corinthians-PR não conta) não por falta de técnica, mais sim por serem prejudicados.
É por isso que em jogos como àquele da Copa do Brasil, torci muito, não a favor do Vasco, mais contra o Coritiba. Porque a nível nacional, eles sofrem como nós sofremos a nível estadual.