O ínicio do Campeonato Paranaense 2012 se aproxima, e o ACP trabalha para acertar os últimos detalhes antes da partida contra o Operário, no dia 22. A diretoria apresentou dois reforços durante a semana, o meia Tatico e o zagueiro Flávio, e agora se esforça para registrar todos os atletas a tempo. O estádio Waldemiro Wagner segue em obras e pode ser problema para a estréia.
Como já havia sido noticiado, o meia Tatico, de 32 anos, que atuou pelo Vermelhinho em 2011 e estava no Mixto (MT), está de volta ao ACP e já realizou treinamentos físicos. “Sei que treinando com alegria e satisfação as jogadas que resultarão em gols terão mais chances de sair e premiar a torcida como os de 2011”, declarou o jogador ao Diário do Noroeste.
O zagueiro Flávio, 24 anos, ex-Nacional (AM) também é novidade no Paranavaí. O atleta foi contratado para atender ao pedido da comissão técnica, que desejava contar com mais um defensor experiente.
Lourival Furquin anunciou que o ACP não realizará mais nenhum amistoso de preparação para o estadual. Agora, tem a tarefa de regularizar o registro dos atletas junto à Federação Paranaense e CBF. O custo estimado é de R$ 18 mil. De acordo com o diretor, a situação mais complicada é a do meia Willians, que estava jogando em Portugal. “Não tem custo, mas é burocrática e um pouco demorada. Já avisei o técnico Itamar para trabalhar com uma segunda opção, em caso de não podermos concretizar até o dia 22”.
Situação do WW
O estádio Waldemiro Wagner ainda não teve a situação regularizada para receber partidas do Campeonato Paranaense e o ACP pode ter que mandar a estréia no estadual em outro lugar. Até o prefeito da cidade, Rogério Lorenzetti, pode entrar na jogada para ajudar na liberação, como afirmou ao Diário do Noroeste.
O que aconteceu, segundo Rogério Lorenzetti, informado pelo presidente da Fespar, Paulo César Franzini, foi um descaso no envio dos laudos, que deveriam ser entregues à Comissão de Vistoria até o dia 11, quarta-feira. Além do problema burocrático, o empecilho que surgiu “em cima da hora”, como disse Pedro Aete Dantas, dirigente do ACP, foi o banheiro para cadeirantes, que precisa ser adaptado.
O estádio está em obras, mas a incerteza se será liberado preocupa o presidente do Vermelhinho, Edson Felippe, pelo fato do clube não ter condições financeiras de jogar em outro lugar. “Conversei ontem com o Reginaldo (Cordeiro, presidente da Comissão de Vistoria), e pedi a ele que olhasse com cuidado e carinho o nosso caso, pois eles não estarão penalizando o município e sim o Atlético Paranavaí e o seu torcedor”.
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