Por questões técnicas e financeiras, LEC desiste de contratar jogadores “de nome” que a diretoria havia prometido

Foto: Torcida Londrina - Marcelo Benini/ Lecmania

O Londrina desistiu de trazer jogadores “de nome” para reforçar a equipe que começa a disputar o Campeonato Paranaense em 22 de janeiro. Esses jogadores ou foram vetados pela idade avançada ou, os mais jovens, pelos altos salários inflacionados pelo mercado.

O técnico Cláudio Tencatti ainda espera o acerto de um meia canhoto e um atacante para fechar o elenco. As opções são o meia Ricky, que entre outros clubes defendeu o Oeste de Itápolis (SP), e o atacante João Paulo, vinculado ao Cruzeiro, mas com passagens por times inexpressivos, como Fernandópolis (SP).

Segundo o supervisor João Severo, a negociação com Ricky está difícil, enquanto João Paulo depende de um aval de um dos patrocinadores do clube, Vale Sorte. Como não se trata de um jogador com apelo perante a torcida, a diretoria vai consultar o patrocinador para saber se vale a pena contratá-lo e utilizá-lo em eventuais ações de marketing da empresa.

“Quero ser muito sincero com o torcedor do Londrina. Não adianta esperar o nome que esse nome não virá. Infelizmente, derivado das circunstâncias, jogadores com esse perfil tinham a idade incompatível com a filosofia do clube. No início a gente falou realmente nesses nomes, mas foram barrados em virtude da idade. Os que têm perfil de 24, 25 anos, pedem salários que não são compatíveis com o orçamento do clube. Isso dificultou muito e esse nome não vamos conseguir trazer”, disse o treinador.

Ele explicou que o mercado paranaense já está esgotado e a diretoria busca os jogadores no interior de São Paulo. “A direção está trabalhando e espero que possa definir com esses dois jogadores entre hoje [ontem] e amanhã [hoje], ou mesmo na segunda-feira. Se não for assim, pelo menos que estejam integrados em janeiro para trabalhar à disposição nos amistosos com o Marilia, dia 7, em Marília, e com o Flamengo, dia 11, no Estádio do Café”, afirmou Tencatti.

Fonte: Mauro Cesar Gouvêa - Jornal de Londrina

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