O Operário Ferroviário Esporte Clube (OFEC) realizou ontem o último jogo-treino em 2011. A partida foi contra o Internacional de Campo Largo, fora de casa. Divulgado como um time amador, o Fantasma encontrou, na verdade, uma equipe recheada de profissionais.
“Eles tinham o Renaldo e muitos profissionais. Estão em fase final de carreira, mas a maioria profissional. Uns 90% do elenco”, esclarece o diretor de futebol do OFEC, Maurício Barbosa.
O Operário venceu por 1 a 0, com gol do atacante Baiano. “Mas nós perdemos muitos gols. Umas cinco chances claras”, disse Barbosa. Ele avaliou o amistoso como positivo, tanto porque, a equipe adversária se mostrou bastante qualificada.
“O Corinthians-PR ficou só no empate por 0 a 0 com eles”, comparou. Um novo amistoso deve acontecer apenas em janeiro. O confronto seria mais uma edição do clássico regional com o Iraty.
Dinheiro
A questão financeira continua sendo a principal preocupação da diretoria operariana para o ano do centenário. “Vamos tentar aumentar as verbas. Agora com a Copa do Brasil temos que conseguir”, cobra Maurício Barbosa.
O diretor revela que o clube conseguiu rever e elevar os repasses dos patrocinadores atuais. Segundo ele, “foram aumentos consideráveis”.
Barbosa conta que o patrocínio master da camisa era de R$ 20 mil, invés dos R$ 30 divulgados pela Premier Soccer na Série D do Campeonato Brasileiro. O diretor disse desconhecer quanto foi exatamente o reajuste, porém, garantiu “que foi um bom aumento”.
No entanto, ele revela que faltam, ainda, cerca de 30% do que era necessário para dar seguridade econômica ao Operário. As informações davam conta de que o Fantasma possuía um déficit de R$ 80 mil mensais. Sendo ainda, ainda precisa alavancar R$ 24 mil.
Recesso
Os jogadores do Operário treinam até a próxima sexta-feira quando saem em recesso natalino. A reapresentação acontece no dia 27. Depois os atletas serão liberados para os festejos de ano novo, retornando aos trabalhos no dia 03 de janeiro.
-
Preserve o jornalismo e cite a fonte ao copiar. Se diploma não vale nada, a ética deve servir.
Pelo bem do jornalismo. Equipe Redação em Campo.