Blog do Redação – Pensar Futebol é mais que necessário, por Rafael Peroni

Nos últimos anos o Futebol Paranaense tem passado por grandes dificuldades financeiras, e estruturais. Com os principais times do Estado em condições não tão boas num cenário nacional - Paraná Clube na Série B do Campeonato Brasileiro, o Atlético-PR a ponto de ser rebaixado, e o Coritiba “brigando” apenas por uma vaga na Copa Sulamericana – e as subdivisões da principal competição estadual passando por dificuldades, o Futebol Paranaense sofre com a falta de profissionalismo.

Acompanhando o Campeonato Paranaense em todas as suas divisões – 1ª, 2ª e 3ª – é possível perceber o quanto sofrem as equipes – principalmente do interior – para entrar em campo. É visível a falta de estrutura e de condições nas quais são disputados os campeonatos estaduais.

Não é à toa que vira e mexe nas divisões de acesso do principal campeonato do Estado, algumas equipes chegam a abandonar a competição e a não viajar para disputar partidas. Com a Federação Paranaense de Futebol (FPF) atolada em dívidas, o futebol local fica desvalorizado, sem estrutura e deficitário.

Além da falta de estrutura e de organização, as equipes do interior sofrem também com a falta de calendário. O Londrina, atual campeão da Divisão de Acesso, viu o ano acabar logo após o término da Segundona. O Operário e o Cianorte também estão sem calendário, após a eliminação da Série D do Brasileirão. Iraty teve sua última partida oficial em Maio, ainda válida pelo Campeonato Paranaense 2011.

Deixando de fora o Trio de Ferro, o restante das equipes paranaenses é obrigado a montar times para disputar em geral apenas uma competição por semestre, quiçá uma competição por ano. Isso inviabiliza que clubes tradicionais do Estado como Grêmio Maringá, Londrina, Operário, dentre outros, sejam competitivos, reconhecidos e devidamente valorizados.

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