Câmeras no Estádio do Café são reprovadas pela PM

Foto: Estádio Café - arquivo Rafael Morientes

A Federação Paranaense de Futebol (FPF) não liberou ontem o público total do Estádio do Café, de 31 mil pessoas, ao contrário do que esperava o presidente do Londrina, Cláudio Canutto. Com a exigência do Ministério Público da instalação de um sistema de câmeras de vigilância no estádio, o público ficou limitado a 9.800 torcedores desde o início do Campeonato Paranaense da Segunda Divisão. A prefeitura de Londrina alugou um sistema de câmeras de uma empresa de Goiás, instalado há dez dias. No entanto, as câmeras não são eficientes e foram reprovadas pela Policia Militar e, conseqüentemente, pela federação.

O diretor geral da FPF, Luis Antonio Gusso, disse ontem à noite que o laudo recebido da Policia Militar de Londrina informou que, na aproximação do zoom, as câmeras perdem a nitidez e não conseguem identificar as pessoas nas arquibancadas e cadeiras cobertas. “Segundo o laudo, não dá nem mesmo para identificar as roupas das pessoas. Se não identifica não serve, não atende as exigências do Estatuto do Torcedor e do Ministério Público”, disse Gusso.

O diretor geral da federação também afirmou que a SM Sports, gestora do futebol do Londrina Esporte Clube, informou ontem à noite que vai trocar as câmeras no Estádio do Café para que possa ter condições de receber público total nos jogos do clube. Essa parece ser a única solução a curto prazo, pois a Prefeitura já avisou que não poderia trocar o sistema de imediato.

A Policia Militar vistoriou o sistema de câmeras e uma cabine central de controle e observação, e enviou o laudo à federação, que entendeu que as câmeras não são potentes o suficiente para identificar eventuais infratores. Claudemir Vilalta, presidente da Fundação de Esportes de Londrina (FEL), disse que, “com a interpretação dada pela federação ao laudo da PM”, não há nada que a fundação municipal possa fazer. Segundo ele, a licitação para a instalação de câmeras mais potentes e definitivas no Estádio do Café deve demorar pelo menos três meses. “Nós não podemos fazer mais nada, se o Londrina quiser instalar um novo sistema será por conta própria”, sentenciou Vilalta.

Fonte: Marcos César Gouvea - Jornal de Londrina

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