Blog do Redação - Enaltecedor por Felipe Dalke

É um prazer poder escrever com essa equipe maravilhosa do Redação, e eu, como setorista do Coritiba, de quem poderia escrever? Do devastador Coritiba de 2011.

Faz algumas horas que o Coritiba bateu o recorde brasileiro de vitórias consecutivas. Já são 22, ultrapassando as 21 do lendário Palmeiras de 96, que contava com jogadores como Velloso, Cafú, Amaral, Rivaldo, Djalminha, Müller, Luizão e outros. Vamos voltar para o dia 06 de dezembro de 2009, quando o Coxa passou pelo momento mais difícil, e até vergonhoso, do clube, quando foi rebaixado para a segunda divisão do Campeonato Brasileiro e algumas pessoas denominadas torcedores invadiram o campo e protagonizaram uma batalha-campal.

Avançando um pouquinho nesta história, o Coxa jogou vários jogos na Vila Capanema e no Gigante do Itiberê, em Paranaguá, pois o seu estádio estava interditado pela Federação. O que aconteceu? Foi campeão Paranaense de 2010, uma rodada de antecedência (igual a este ano), tendo apenas uma derrota para o Paraná Clube. O título veio após uma vitória de 2 a 0 dentro do Couto Pereira (já liberado para jogos do Estadual), sobre o maior rival. Os gols de Marcos Aurélio e Geraldo pareciam aumentar a expectativa do torcedor alviverde para uma Série B boa.

A Série B de fato foi boa. O Coxa jogou 10 jogos longe de casa, em Joinville, pois foi punido pela confusão no último jogo de 2009, por nada menos do que 10 mandos de campo. A maior punição da história do futebol brasileiro. Campeão da Série B com uma rodada de antecedência, a torcida Coxa-Branca comemorou muito o título. Era a redenção do Coritiba.

O elenco acertado com contratações pontuais no início e no meio de 2010 foram o grande ponto positivo do Coxa. E para 2011? Seria a mesma coisa dos outros anos, quando o elenco era quebrado pois chamava a atenção dos outros times? Não. Não foi assim. Um homem forte havia nascido nos bastidores do clube, o vice-presidente Vilson Ribeiro de Andrade. Segundo ele, não nasceu para ser coadjuvante e quer estar entre os melhores do Brasil.

Rafinha, um dos (se não o) principais jogadores do elenco alviverde renovou por 3 anos com o Coxa, assim como Léo Gago, Leonardo e Leandro Donizete, jogadores importantíssimos. Marcos Aurélio, outro importante renovou seu vínculo por 2 anos, e até mesmo Bill, que viria a ser importante. E novamente, contratações pontuais melhoraram o elenco do Coxa, questão do lateral-esquerdo Eltinho, do lateral-direito Jonas (muito importante defensivamente), do meia-atacante Anderson Aquino e do zagueiraço, um dos melhores do Brasil e sou seguro em dizer isso, Emerson.

Novamente, com uma rodada de antecedência e uma vitória maiúscula por 3 a 0 contra o maior rival, o Atlético Paranaense, dentro da Arena da Baixada, conquistou o Bi-Campeonato Paranaense e invicto (caso não perca para o Cianorte no domingo), conquistando 19 vitórias e 2 empates nos 21 jogos disputados.

Torcedores do Coritiba, torcedores do futebol paranaense, exaltem esta conquista do Coritiba, embora torcedores rivais falem que o alviverde só pegou times fracos, e de fato não foram times fortes, porém não é para qualquer um o que aconteceu, nem para os maiores times do Brasil e do mundo.

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