Especial AtleTiba: Coritiba e o Bi Campeonato dentro da Arena em 2004

AtleTiba é história. O Redação em Campo traz, na véspera do jogo decisivo desse fim de semana, dois jogos recentes marcantes para o clássico. Um de cada lado. Um em que cada torcida explodiu de alegria por ver o time amado vitorioso no jogo mais importante que há para
Atlético e Coritiba.

18/04/2004 - Atlético 3 x 3 Coritiba

Um jogo histórico para o futebol paranaense e principalmente para o Coritiba. A final pegada do Paranaense de 2004 havia começado melhor para o time verde e branco, que não sabia as emoções que esperavam. 2 a 1 no primeiro jogo com gols de Aristizábal e Luiz Mário para o Coxa e Igor para o Atlético.

Como esperado, o clássico começou muito pegado com jogadores se estranhando. O Coxa tinha a idéia de marcar forte, defender e logo contra-atacar com força máxima.

O primeiro time a assustar foi o Atlético com um cruzamento perigoso de Alessandro. Mas o Coritiba deu logo o troco, mas foi mais doloroso. Aos 17 minutos, Jucemar acertou uma pancada de fora da área e colocou o Verdão na frente do placar, esfriando os ânimos dos atleticanos.

Mas não adiantou, pois aos 24, Alessandro cobrou escanteio e Rogério Corrêa empurrou para empatar e dar esperanças para a grande torcida atleticana presente no estádio. E quando o Coxa menos esperava, apenas três minutos depois do gol de empate, o baixinho camisa 10 Jadson cobrou falta e novamente o zagueiro Rogério Corrêa cabeceou para dentro, dando um banho de água fria no Coritiba.

Guerreiro em campo, o Coxa empatou ainda no primeiro tempo após um cruzamento de Adriano, o artilheiro do Coritiba Tuta completou para o gol e deixou o marcador igual, na tentativa de acalmar o ataque massivo do Atlético que queria o título.

O gol do Coxa só deu mais motivação ao Atlético, que nos acréscimos da primeira etapa chegou ao terceiro gol. Praticamente um replay do segundo gol, Jadson cobrou falta e Igor tocou com a cabeça para o fundo das redes.

No segundo tempo, uma verdadeira guerra em campo, os dois times bem postados atacavam com perigo e defendiam. Aos 15, Luiz Mário caiu na área e reclamou de pênalti não marcado pela arbitragem.

Mas foi aos 32 minutos que o camisa 9 do Coritiba, Tuta, deixou uma imagem que os atleticanos e os coxa-brancas não vão esquecer. Em cruzamento de Ricardinho, Tuta subiu e testou para dentro do gol, decretando o empate e o título do Verdão dentro da Arena da Baixada. Na comemoração, Tuta saiu fazendo gesto de silêncio para a massa atleticana presente.

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