Repensar para evoluir

Uma das propostas da atual gestão tricolor era a de conseguir manter um elenco adequado, algo competitivo, sem ônus à entidade.

Assim, o tricolor iniciou a temporada, não conseguindo resultados expressivos diante de equipes com tradição e estrutura inferiores.

A série negativa e as más atuações dispararam o sinal vermelho na Vila Capanema, culminando com a queda de Cavalo e a dispensa de alguns jogadores. Para mudar tal panorama chegaram bem-vindos patrocínios, mas também Ricardo Pinto (que não disse a que veio), Kerlon (sempre machucado) e Ricardinho “o rei do drible” (pouco utilizado).

Apenas com a volta de Kelvin, a chegada de Léo e de dois defensores razoáveis, o tricolor passou a não apenas perder, saindo da lanterna e passando a brigar diretamente contra o Rio Branco contra o rebaixamento no estadual.

Do elenco desmanchado de 2010, ficaram apenas alguns jogadores, dentre eles, Luiz Henrique Camargo, o “novo” capitão, graças à experiência e aos anos de clube.

Um capitão deveria ser exemplo de seriedade e responsabilidade para o grupo e um profissional, sempre engajado com a causa, ofício. Deveria. Luiz Camargo não atua convincentemente há tempos e, graças às bolas perdidas, aos passes errados, à falta de postura e às recorrentes expulsões em momentos delicados das partidas, viu a torcida perder de vez a paciência consigo, pedindo, inclusive, seu desligamento.

Mas não apenas Camargo precisa repensar seus atos para seguir tendo oportunidades profissionais. Kelvin e Diego precisam entender que o futebol de alto rendimento não é “showbol” e deveriam adotar a objetividade como regra. Ricardo Pinto deve incorporar como verdade a máxima de Wanderlei Luxemburgo que reza “o medo de perder não pode ser maior que a vontade de ganhar” e assim, jogar para vencer o oponente, com uma estratégia plausível e não na esperança de que algo, por sorte ou dádiva divina, dê certo.

A vida cotidiana e a profissional exigem o repensar contínuo para atualização e evolução. E, embora não se consigam ganhos da noite pro dia, muito do conquistado pode se perder num piscar de olhos. Assim o tricolor vem perdendo espaço no cenário nacional e a confiança de sua torcida; Luiz Camargo, na mesma senda, deverá perder não apenas a braçadeira de capitão como até o lugar no time.

E sobre as propostas ou soluções encontradas para o time, serão estas repensadas?

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