Grêmio Metropolitano sobe para 2ª Divisão rodeado por polêmicas

O Grêmio Metropolitano Maringá conseguiu a classificação para a final da Terceira Divisão do Paranaense e uma vaga na Divisão de Acesso de 2011. A equipe maringaense sobe, entretanto cercada por notícias de irregularidades e denúncias.

Uma das irregularidades seria o uso indevido do nome Grêmio Metropolitano Maringá. O nome pertence ao outro clube da cidade, Grêmio Maringá S/C LTDA, que registrou o nome no Instituto Nacional de Propriedade Industrial – INPI.

A Sociedade Esportiva Alvorada Club usa Grêmio Metropolitano Maringá como nome fantasia, o que não é reconhecido pela CBF. Em nota publicada no site do Grêmio Maringá, a diretoria informa que os responsáveis pela utilização indevida do nome responderão judicialmente a processo que já está em trâmite desde o dia 02 de agosto de 2010.

No regulamento do Campeonato Paranaense da Terceira Divisão 2010, de 13 de julho, então foi utilizado o nome Grêmio Metropolitano Alvorada Maringá. Porém durante toda a competição que teve início em 26 de agosto, sempre foi utilizado pela própria FPF, o nome Grêmio Metropolitano Maringá.

A equipe do Redação em Campo, entrou em contato com o advogado Domingos Moro, especialista em direitos esportivos que representa o Grêmio Maringá, de Aurélio Almeida no caso. “A FPF aceitou o pedido do Grêmio Maringá de vedação da utilização do nome fantasia utilizado pela Sociedade Esportiva Alvorada Club, antes do início do campeonato. Porém, neste momento ainda estamos aguardando que o presidente do Grêmio Maringá, Aurélio Almeida, tenha em mãos todos os documentos comprovando o registro da marca”, explicou o advogado.

O registro de marcas que é feito através do INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial) é um processo demorado, que embora não tenha prazo fixado pode levar pelo menos dois anos para ser concedido.

Outro problema para o Grêmio Metropolitano Maringá é uma denúncia do Junior Team de uso irregular de jogadores na partida contra o Colorado, pela primeira fase da competição.

O repórter da Rádio Colméia de Cascavel, Antonio Abelardo, em seu blog, diz que os atacantes Souza e Cabixi entraram em campo, mas, na súmula, com a camisa 9 estavam relacionados Erivelton Silva Lima no lugar de Souza e, com a 11, Jessé Ribeiro Santos, ao invés de Cabixi.

Antonio Abelardo ao final de sua matéria diz que tem a informação de que “o ocorrido na primeira fase do campeonato foi erro do delegado do jogo que inverteu nomes dos atletas e consequentemente número da camisa.”

Além das irregularidades ligadas ao futebol, ainda há notícia de um suposto envolvimento do presidente do Grêmio Metropolitano, Wagner Junior Vinci que é também chefe de Gabinete na 1ª Vice-Presidência da Câmara Municipal de Maringá, num esquema de funcionários fantasmas da Câmara.

O nome de Wagner apareceu em nota publicada pelo jornalista Ângelo Rigon em seu blog Rigon Opinião e Notícias e diz que o presidente seria uma espécie de “laranja” do vereador Aparecido Regini Zebrão, também intimado pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) sobre o esquema na Câmara Municipal.

O Grêmio Metropolitano Maringá teve a melhor campanha em todo o campeonato, com apenas uma derrota. Conquistou 43 pontos com 12 vitórias e sete empates. A equipe tem ainda o melhor ataque, com 47 gols marcados e a melhor defesa, com 13 gols sofridos.

Os resultados em campo renderam a segunda vaga na final da Terceirona e uma vaga na Divisão de Acesso do ano que vem.

Grêmio Metropolitano Maringá conseguiu a classificação para a final da Terceira Divisão do Paranaense e uma vaga na Divisão de Acesso de 2011. A equipe maringaense sobe, entretanto cercada por notícias de irregularidades e denúncias.

Uma das irregularidades seria o uso indevido do nome Grêmio Metropolitano Maringá. O nome pertence ao outro clube da cidade, Grêmio Maringá S/C LTDA, que registrou o nome no Instituto Nacional de Propriedade Industrial – INPI.

A Sociedade Esportiva Alvorada Club usa Grêmio Metropolitano Maringá como nome fantasia, o que não é reconhecido pela CBF. Em nota publicada no site do Grêmio Maringá, a diretoria informa que os responsáveis pela utilização indevida do nome responderão judicialmente a processo que já está em trâmite desde o dia 02 de agosto de 2010.

No regulamento do Campeonato Paranaense da Terceira Divisão 2010, de 13 de julho, então foi utilizado o nome Grêmio Metropolitano Alvorada Maringá. Porém durante toda a competição que teve início em 26 de agosto, sempre foi utilizado pela própria FPF, o nome Grêmio Metropolitano Maringá.

A equipe do Redação em Campo, entrou em contato com o advogado Domingos Moro, especialista em direitos esportivos que representa o Grêmio Maringá, de Aurélio Almeida no caso. “A FPF aceitou o pedido do Grêmio Maringá de vedação da utilização do nome fantasia utilizado pela Sociedade Esportiva Alvorada Club, antes do início do campeonato. Porém, neste momento ainda estamos aguardando que o presidente do Grêmio Maringá, Aurélio Almeida, tenha em mãos todos os documentos comprovando o registro da marca”, explicou o advogado.

O registro de marcas que é feito através do INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial) é um processo demorado, que embora não tenha prazo fixado pode levar pelo menos dois anos para ser concedido.

Outro problema para o Grêmio Metropolitano Maringá é uma denúncia do Junior Team de uso irregular de jogadores na partida contra o Colorado, pela primeira fase da competição.

O repórter da Rádio Colméia de Cascavel, Antonio Abelardo, em seu blog, diz que os atacantes Souza e Cabixi entraram em campo, mas, na súmula, com a camisa 9 estavam relacionados Erivelton Silva Lima no lugar de Souza e, com a 11, Jessé Ribeiro Santos, ao invés de Cabixi.

Antonio Abelardo ao final de sua matéria diz que tem a informação de que “o ocorrido na primeira fase do campeonato foi erro do delegado do jogo que inverteu nomes dos atletas e consequentemente número da camisa.”

Além das irregularidades ligadas ao futebol, ainda há notícia de um suposto envolvimento do presidente do Grêmio Metropolitano, Wagner Junior Vinci que é também chefe de Gabinete na 1ª Vice-Presidência da Câmara Municipal de Maringá, num esquema de funcionários fantasmas da Câmara.

O nome de Wagner apareceu em nota publicada pelo jornalista Ângelo Rigon em seu blog Rigon Opinião e Notícias e diz que o presidente seria uma espécie de “laranja” do vereador Aparecido Regini Zebrão, também intimado pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) sobre o esquema na Câmara Municipal.

O Grêmio Metropolitano Maringá teve a melhor campanha em todo o campeonato, com apenas uma derrota. Conquistou 43 pontos com 12 vitórias e sete empates. A equipe tem ainda o melhor ataque, com 47 gols marcados e a melhor defesa, com 13 gols sofridos.

Os resultados em campo renderam a segunda vaga na final da Terceirona e uma vaga na Divisão de Acesso do ano que vem.

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