Por Rodrigo Pucci
Todo time brasileiro devia contar com um argentino em seu elenco. Sim, é isso mesmo. Pode parecer meio estranho alguém defender que as equipes do único país Pentacampeão Mundial de futebol, tenham um “Hermano” no elenco, afinal de contas, eles são nossos maiores “inimigos” (pelo menos dentro das quatro linhas).
Mas, se pararmos para pensar, começamos a perceber que muitos jogadores argentinos que atuaram, ou atuam, em clubes brasileiros, se tornam, rapidamente, ídolos das torcidas. Se não viram ídolos, pelo menos são reconhecidos como jogadores essenciais das equipes que os contrataram.
Quem não se lembra de Andrada (Vasco), Luis Villa (Palmeiras) Basso (Botafogo), Mancuso (Palmeiras e Flamengo) e Doval (Flamengo e Fluminense)?
Temos também argentinos mais recentes, como Guiñazu e D’Alessandro (Inter), Conca (Fluminense), Herrera (Botafogo), Mascherano e Defederico (Corinthians).
Impossível também não lembrar a identificação de Sorin com a torcida do Cruzeiro e dos gols de Tévez pelo Corinthians.
Mas não foi nenhum destes nomes que me motivaram a escrever esta crônica. Foram outros “hermanos”.
Assistindo aos jogos deste final de semana do Campeonato Paranaense, percebi que os maiores protagonistas da 3ª rodada foram dois gringos. Ariel Nahuelpan e Javier Toledo. Um Coxa, outro Rubro-Negro.
O primeiro fez três gols no sábado. O segundo foi importantíssimo para a vitória em um clássico. Ariel é muito querido pelos torcedores do Coritiba. Pelo menos eu ainda não encontrei nenhum torcedor Alviverde que fale mal do gringo. Toledo, ou Pepe (como é carinhosamente chamado pelos torcedores), vem se destacando na equipe Rubro-Negra. Com ele é assim: se não dá na técnica, vai na raça.
Aliás, é exatamente esse fator que faz com que os argentinos sejam bem vindos aos clubes brasileiros. Para eles não existe bola perdida, correm atrás, brigam, catimbam, ou seja, fazem tudo que o torcedor quer ver.
Se continuarem a jogar bem, Ariel e Pepe, além de conquistarem um lugar maior no coração de Coxas e Atleticanos, podem ser os próximos argentinos a escrever o nome na história do futebol brasileiro.
Todo time brasileiro devia contar com um argentino em seu elenco. Sim, é isso mesmo. Pode parecer meio estranho alguém defender que as equipes do único país Pentacampeão Mundial de futebol, tenham um “Hermano” no elenco, afinal de contas, eles são nossos maiores “inimigos” (pelo menos dentro das quatro linhas).
Mas, se pararmos para pensar, começamos a perceber que muitos jogadores argentinos que atuaram, ou atuam, em clubes brasileiros, se tornam, rapidamente, ídolos das torcidas. Se não viram ídolos, pelo menos são reconhecidos como jogadores essenciais das equipes que os contrataram.
Quem não se lembra de Andrada (Vasco), Luis Villa (Palmeiras) Basso (Botafogo), Mancuso (Palmeiras e Flamengo) e Doval (Flamengo e Fluminense)?
Temos também argentinos mais recentes, como Guiñazu e D’Alessandro (Inter), Conca (Fluminense), Herrera (Botafogo), Mascherano e Defederico (Corinthians).
Impossível também não lembrar a identificação de Sorin com a torcida do Cruzeiro e dos gols de Tévez pelo Corinthians.
Mas não foi nenhum destes nomes que me motivaram a escrever esta crônica. Foram outros “hermanos”.
Assistindo aos jogos deste final de semana do Campeonato Paranaense, percebi que os maiores protagonistas da 3ª rodada foram dois gringos. Ariel Nahuelpan e Javier Toledo. Um Coxa, outro Rubro-Negro.
O primeiro fez três gols no sábado. O segundo foi importantíssimo para a vitória em um clássico. Ariel é muito querido pelos torcedores do Coritiba. Pelo menos eu ainda não encontrei nenhum torcedor Alviverde que fale mal do gringo. Toledo, ou Pepe (como é carinhosamente chamado pelos torcedores), vem se destacando na equipe Rubro-Negra. Com ele é assim: se não dá na técnica, vai na raça.
Aliás, é exatamente esse fator que faz com que os argentinos sejam bem vindos aos clubes brasileiros. Para eles não existe bola perdida, correm atrás, brigam, catimbam, ou seja, fazem tudo que o torcedor quer ver.
Se continuarem a jogar bem, Ariel e Pepe, além de conquistarem um lugar maior no coração de Coxas e Atleticanos, podem ser os próximos argentinos a escrever o nome na história do futebol brasileiro.

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