Por Guilherme Moreira
Alvo de muitas reclamações dos jogadores durante a temporada, o gramado da Vila está longe de ser trocada. Sem recursos para implantar uma nova grama no estádio, a direção do clube vem tentando amenizar os problemas.
Com um valor estimado em R$300 mil para reformar, a diretoria paranista afirma que só conseguirá com alguma parceria. Enquanto não acha, são gastos cerca de R$ 6 mil mensais em produtos para não agravar ainda mais o estado do gramado.
Curiosamente, o rendimento do Tricolor fora de casa é o dobro de dentro de casa. Jogando fora de seus domínios, o time possui 66% de aproveitamento, enquanto na Vila, o percentual é de apenas 33%.
O problema do gramado é grande sim, interfere na atuação, mas o jogador precisa superar isso. Os adversários também têm esta dificuldade e nós temos de passar por cima”, afirmou o diretor de futebol Guto de Melo para a Gazeta do Povo.
Alvo de muitas reclamações dos jogadores durante a temporada, o gramado da Vila está longe de ser trocada. Sem recursos para implantar uma nova grama no estádio, a direção do clube vem tentando amenizar os problemas.
Com um valor estimado em R$300 mil para reformar, a diretoria paranista afirma que só conseguirá com alguma parceria. Enquanto não acha, são gastos cerca de R$ 6 mil mensais em produtos para não agravar ainda mais o estado do gramado.
Curiosamente, o rendimento do Tricolor fora de casa é o dobro de dentro de casa. Jogando fora de seus domínios, o time possui 66% de aproveitamento, enquanto na Vila, o percentual é de apenas 33%.
O problema do gramado é grande sim, interfere na atuação, mas o jogador precisa superar isso. Os adversários também têm esta dificuldade e nós temos de passar por cima”, afirmou o diretor de futebol Guto de Melo para a Gazeta do Povo.

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