quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Crise financeira pode abalar bastidores do Tricolor

Por Guilherme Moreira

A polêmica está instalada no Paraná. O meia Caio, da categoria de base e recém-promovido ao profissional, é alvo de uma possível crise no clube. Seu pai alega que o Fundo de Garantia de Tempo de Serviço estaria três meses atrasados e acionou a Justiça, enquanto o dono da empresa BASE, Marlon Litwinski, afirma que ele mesmo pagou o débito.

O boato de que a jovem promessa de 17 anos teria a Fiorentina-ITA como destino foi divulgada pela imprensa na tarde dessa quarta-feira, mas ninguém havia se pronunciado oficialmente. Após o restante do dia atrás de informações, foi comprovado que uma liminar para a liberação do atleta foi negada.

O clube alega que esteve em atraso devido aos problemas financeiros no final de 2009, mas afirma estar em dia após os pagamentos da semana passada. Para o presidente Aquilino Romani, houve uma falha na administração anterior que será verificada.

Litwinski efetuou o pagamento do FGTS e também afirma que houve erro na gestão passada. “Não tenho dúvida de quem foram os responsáveis. É uma irresponsabilidade”, disse para a Gazeta do Povo. O ex-presidente e atual vice-financeiro, Aurival Correia, deve esclarecer o ocorrido na reunião da próxima semana, que tem o orçamento para a temporada 2010 como foco. Seu cargo, porém, pode correr risco.

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